Entrevista: Gustavo Queiroz – Presidente do Sindicato das Agências de Propaganda do Estado da Bahia (Sinapro-Bahia)

“Sempre fomos um celeiro muito grande de talentos. No cenário nacional, a Bahia tem um papel muito importante. Nizan Guanaes, Sérgio Valente, Duda Mendonça, e tantos outros, são pessoas que têm um papel de liderança no mercado.”                                                                                               

 

ABMP: Na sua opinião, qual é a principal característica das agências baianas?

G.Q:
As agências da Bahia têm os baianos (risos). Sempre fomos um celeiro muito grande de talentos. No cenário nacional, a Bahia tem um papel muito importante. Nizan Guanaes, Sérgio Valente, Duda Mendonça, e tantos outros, são pessoas que têm um papel de liderança no mercado. Como a agência de propaganda é feita de gente, evidentemente nossa matéria prima é a melhor possível, é uma qualidade de ponta.

 

ABMP: E qual é diferencial de contratar agências locais?

G.Q: Hoje isso é muito relativo, devido aos meios digitais e à globalização, mas, evidentemente, com o conhecimento do consumidor e do mercado, pode-se fazer um trabalho mais assertivo. O principal ganho é esse. E as agências baianas estão qualificadas para prestar o serviço, elas entenderam a evolução do mercado e hoje usam ferramental de pesquisa e tecnologia de ponta para prestar aos clientes um trabalho de qualidade muito alta. A Bahia não poupou esforços na sua qualificação. E hoje inclusive prestamos serviços atendendo a clientes de fora do estado.

 

ABMP: Você costuma defender a união do mercado e a qualificação de empresas e pessoas. Como isso vem acontecendo e quais são os principais benefícios?

G.Q:
Tudo que se torna crítico vai gerando ações. Isso tem acontecido com a necessidade de qualificação das pessoas, qualificação do material humano nas agências. O trabalho das agências é fundamentalmente feito por pessoas. A qualificação sempre vai trazer um resultado melhor para o cliente. E é um esforço que todo o mercado vem fazendo. As agências hoje têm um entendimento que a atuação em conjunto é importante. Existe a concorrência, evidentemente. Mas é preciso haver uma ação conjunta. Se toda a cadeia da comunicação que é grande – agencias veículos, produtoras, fornecedores em geral – agir em conjunto, o mercado irá crescer, e o maior beneficiado será o cliente que estará sendo melhor atendido. Temos que trabalhar nesse sentido. Entidades, empresas e profissionais em conjunto.

Outras entrevistas

Entrevista: Ricardo Alban – Presidente da FIEB

"Até o momento, não verificamos sinais concretos de recuperação da produção industrial baiana. É preciso acompanhar os dados dos próximos meses para atestar uma possível reversão do quadro negativo atual."                                                               ...

ler mais

Entrevista: Armando Avena – Economista, jornalista e escritor

"A recessão foi uma das piores do Brasil, mas já está passando. Na verdade, o primeiro trimestre de 2017 mostra que o país já começou a sair da recessão, mas de forma lenta. O problema do Brasil, neste momento, é muito mais de caráter político do que econômico."     ...

ler mais

Entrevista: Pedro Dourado – Presidente da Uranus 2

"Outro fator importante na nossa atividade de prestação de serviços é o fator humano. Não dá para trocar um funcionário por trocar, tem que tentar recuperá-lo pensando que isto é investimento e não custo. "                                                             ...

ler mais

Entrevista: Sérgio Valente – Diretor de Comunicação da Globo

"As marcas não precisam morrer nunca, elas só precisam renascer todos os dias."                                                                                                                                                                                             ...

ler mais

junte-se ao mercado