Contagem regressiva – Já?!
Há pouco mais de um mês acompanhávamos as Olimpíadas e depois as Paraolimpíadas. Praticamente todas as competições das modalidades esportivas tinham início após uma contagem regressiva. Esportes como salto ornamental ou tiro esportivo não precediam uma contagem em voz alta, mas certamente aconteciam na mente dos atletas antes de entrarem em ação.
Minha área profissional é Humanas, porém, eu não ganhei o apelido de “mago dos dados” à toa! Como pesquisador, faço inúmeras contas. E nesse ritmo ‘me dei conta’ que estamos a cerca de 100 dias para encerrar este ano.
100 é expressivo!
De acordo com a numerologia, o número 100 revela um alto potencial, autossuficiência, independência e integridade. É um número para quem busca a liderança, fazer as coisas sozinho e realizar os próprios desejos. Ao ver esse número a pessoa precisa explorar novas ideias, ser mais determinada e mais positiva quanto a seu sentimento. Com vibrações do número 1 e do 0, significa também assertividade e busca da plenitude.
1 é o número de maior força no número 100 porque reduzindo a um número de um dígito (1 + 0 + 0 = 1), fica 1. Ele transmite muito as qualidades dele para o número 100, como a motivação, ambição, liderança, independência, autoconfiança, energia e criatividade. O número 1 na numerologia carrega muito a energia para começar novas coisas, ele simboliza o início de tudo, com a influência da liderança, determinação e busca de progressos.
Tudo isso faz sentido para você?
Pra mim, sim. Entendo que os sentimentos citados acima são fundamentais para vivermos o hoje e nos prepararmos para o futuro. É momento refletir sobre os meses que ficaram para trás e já planejar 2022. As transformações no cenário profissional (especialmente na área de Comunicação) e o aprofundamento no autoconhecimento têm sido gatilhos para motivar minhas ambições e energizam minha autoconfiança e criatividade.
Sigo estudando – inclusive, me estudando – dando passos em direção ao que faz sentido pra mim. Meu mantra “vemcoisaboaporaí” se fortalece cada vez mais porque eu acredito que tem “coisaboaporaqui”.

Diego Oliveira
Colunista
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