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Artigo: Marcelo Rech – Presidente da ANJ
Ao vasculhar cerca de 100 mil tuítes com diferentes graus de desinformação sobre o Obamacare e o ebola, uma pesquisa do American Press Institute constatou na prática o que já se suspeitava na teoria: quando se trata de proliferação de notícias falsas, as inverdades se reproduzem oito vezes mais rapidamente do que suas correções. Segundo a pesquisa, uma informação delirante leva em média 14 dias para ser corrigida – quando a é.

A explicação para o fenômeno pode ser localizada no campo do compartilhamento social. Há mais charme em se repassar algo misterioso, espetacular ou a que, aparentemente, apenas alguns escolhidos tiveram acesso do que transmitir a outra pessoa um aborrecido e estraga-prazer desmentido.
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Fonte: Cenp em Revista